domingo, 28 de dezembro de 2008

Alone, alone, alone!

Para mim acabou a graça de brincar de boneca, de montar casinha, de amar. Cansei-me de tudo que um dia amava. Parece que mais nada tem o mesmo brilho. As pessoas me cansaram. Não sei se preciso de ares novos ou mudar. Não consigo acreditar no que me dizem. As pessoas são tão cruéis, tão podres, tão desumanas. São comuns, iguais. Irritantes. Não preciso sair do meu canto para me divertir. Isso pode ir, mas deixe-me aqui sozinha. Eu necessito isso! Eu gosto de sonhar, fazer novas cantigas, mas sozinha. Eu não preciso de ninguém, nem nunca precisei. Apenas isso, deixe-me sozinha. Não preciso de amor, de notícias, de fama, de dinheiro. Preciso a mim mesma, como nunca precisei tanto de alguém.


Drivin' me wild.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Excuse me, could I change?

Querer, conseguir, entediar-se, querer algo novo. Simples assim, ou nem tanto. Viver é isso, de uma rápida mudança em tudo. Mudança de pessoas, objetos, idéias, crenças. O “desejar” é fundamental e o “cansar” mais ainda. Imagine só viver em um mundo onde tudo seria do mesmo jeito para sempre? E por que é tão difícil as pessoas aceitarem mudanças? Elas se prendem em algo inexistente, que apenas sobrevive na mente, o tão glorioso ou fracassado, passado. E esquecem que existe o agora, a realidade, o hoje. Mude. Pode ser pra melhor ou pior. Mas tente caminhos novos, mas não se arrependa e nem queira voltar ao tempo para fazer o que não foi feito, lembre-se: isso é passado. Viva o hoje, sem a dor do ontem e o medo do que pode acontecer amanhã. Apenas viva, enquanto há tempo.

Drivin’ me wild.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

People.

A vida foi mudando. Aprendendo com os erros, alguns que até não havia conserto, mas outros que houveram o perdão, mas também aqueles que não perdoamos a pessoa mais importante: a nós mesmos. Pessoas foram, pessoas chegaram, algumas até voltaram. Sinto saudade de coisas pequenas que mudaram. Saudade de alguns abraços, de algumas manhãs sonolentas. De repente você sente a dor da saudade que não faz nada reviver novamente. Tiveram pessoas que senti um apego imaginável, e na outra semana, nunca mais as vi. Mas outras que eu nunca pensei em amar são tudo para mim. A vida continua mudando. Há pessoas que me deram um sorriso como ajuda e depois uma punhalada pelas costas. Pessoas grandes, digo no sentido de pensar, aquelas que me ensinaram um outro jeito de olhar pela janela e ver o que existe realmente lá fora. Pessoas que foram pra nunca mais voltar. A vida vai mudar, assim como as pessoas. Também existem as pessoas "ninguém". Pessoa do sorriso, do abraço. Pessoas alegres, depressivas. Pessoas que precisam de amor, assim como eu e você.

Drivin' me wild.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Let's Talk...

Chegue mais pra perto, me traga um café. Olhe nos meus olhos, como se fosse conversar com minha alma. Só queria pedir que me contasse um segredo, não levaria mais que uma vida. Conte-me sobre os seus dias, os que eu estive e os que você me esqueceu. Diga-me sobre como é deixar as pessoas. Pode falar, não irá doer mais do que já acontece. Aproxime-se mais de mim, e fale de todo coração como é viver. Pegue alguns álbuns velhos de fotos e veja se ainda restam recordações do dia em que eu ainda era alguém pra você.

Drivin’ me Wild.

Sgt. Carol's Lonely Hearts Club Band.

Para que viver? Se isso tudo resulta em uma única certeza: a morte. Às vezes não tenho nem ao menos vontade de acordar. Queria mesmo permanecer tudo do jeito que estar. Seria conformismo meu? Talvez. Amanhã tudo acaba mesmo. Que sentido eu tenho para amar? Para acreditar? Para viver? As pessoas deviam mesmo continuar nessa farsa que é a vida delas, só para não cair na realidade que eu vivo, sacrificando cada segundo pensando no que pode, ou não, acontecer amanhã.

Drivin' me Wild.

sábado, 15 de novembro de 2008

Letters.

É como se as cartas escritas não tivessem remetentes. É como se o autor tivesse morrido por dentro. Começava com um lindo "bom dia" e terminara com a dor de um novo anoitecer. De tão corroída pelo tempo, cansou de tentar. De tão cansada de tentar, largou de tudo que pudera amar. Ah pobre anciã da dor, parecia não mais sustentar aquilo que a erguia durante muito tempo. Se um dia as cartas não obtiverem respostas, é que tudo acabou.

Drivin' me wild.

sábado, 8 de novembro de 2008

Baile de Máscaras.


Por essas ruas de São Paulo, onde meus avós pisaram, estou eu aqui hoje. Eles que antes pisavam no barro da cidade da garoa, eu hoje piso no asfalto duro da cidade de concreto.


Nesses 80 anos, desde a quebra da Bolsa de Valores de Nova York (1929), São Paulo mudou. Passou de uma cidade da insdústria cafeeira para uma das maiores economias mundias. A cidade "chave" no nosso país, onde tudo gira em torno dela. Cidade da loucura e dos sonhos impossíveis. O lugar por uma grande evolução, tanto nos aspectos positivos e negativos, onde a cada momento crescem oportunidades e novas idéias.


Ah, grande São Paulo! Dos sorrisos mais simples e sofridos nas ruas e do outro lado as mansões "encantadas" que ostentavam e ostentam falsos luxos.


Drivin' me wild.

Wild.

Às vezes me pego pensando em muitos por ques. O por que da morte, o da vida. O por que do amor e na maioria das vezes o por que da dor. O ser humano na verdade não precisa do dinheiro, do luxo e da mentira, ela precisa da coisa mais simples, mas que ninguém mais é capaz de dar: o amor. Por que é tão difícil abraçar um amigo e falar um: eu te amo, ou acordar do lado de uma pessoa que passou a vida toda do teu lado e sorrir, agradecer por um minuto por estar alí. Por que as pessoas hoje em dia são tão crueis, matando uma as outras sem dó, nem piedade? Por que o mundo é feito de rotina, desiguldade e escuridão? Se algum dia alguém pudesse me responder um desses "por ques?" eu realmente, me sentiria feliz.

Drivin' me wild.

sábado, 20 de setembro de 2008

Pain.

Levaram meu coração e em troca me deram alguns pontos do teu ibope. Roubaram meu sorriso e me deixaram como herança sofrer a escravidão dessa sociedade. Arrancaram aos meus braços, e no lugar colocaram braços de marionetes. Seqüestraram minha alma para o fundo de um poço cheio de magoas. No final me mataram, já que não sobrara nada mesmo de mim.

Drivin' me wild.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Amar.

Eu quero te ver ao amanhacer, poder olhar em teus olhos dizer tudo que sempre quis. É esse teu sorriso que me faz suspirar, ficar insuportável ao olhar dos outros. Quando sinto tua presença uma alegria imensa me invade, como se nunca tivesse amado. É estranho. Gosto de poder sonhar com algo e alguém que seja a realidade. É bom amar.

Drivin' me wild.

domingo, 17 de agosto de 2008

Finish.

A vida vai passando. Pessoas trancadas em quartos isolados, debaixo de cobertas à meia noite, pedindo uma alma amiga. A vida vai passando e o mundo girando. Enquanto pensas, um morre. Enquanto invejas, outro mata. A vida vai passando, o mundo girando e pessoas se transformando. Se tranformando em máquinas assassinas, onde mata ao mesmo sangue, ao mesmo laço. A vida vai passando, o mundo girando, pessoas se tranformando e... sua vida acabou!

Drivin' me wild.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

You make me love you.

Amar, um sentimento que pode ser ambíguo. Amar não significa apenas ser feliz, mas sim sofrer. E quando pensamos no amor, e vimos que ele não tem volta? Vimos que pessoas viram insubstituíveis em nossas vidas. Amar significa medo. Medo de demonstrar o real. Queria saber porque todas as noites em que me deito na cama para dormir sua imagem me persegue, volto a lembrar coloco o som alto para não ouvirem meu choro, e desabo, viro um nada. O meu amar virou o medo, a angústia e a dor. Creio que amar não seja isso realmente, faça-me acreditar que possa ser diferente.

Drivin’ me wild.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Crescer com medo.

Medo do medo, do escuro, do barulho, das pessoas. Ela andava pela rua como se fosse perseguida pela bomba que explodisse sua alma e a faria morta. "Menina pare de pensar besteiras", era o que ela ouvia. Tinha medo de arriscar e pedir, de desculpar e sorrir. Escreveu cartas que nunca foram enviadas, ou até mesmo correspondidas. Tinha medo que achassem fraqueza em seu olhar, sua única dádiva era ser forte. Começou a ser igual a uma pedra com sua força e quebrou corações. Começou a quebrar corações e ilusões. Começou a enterrar pessoas vivas, pra ver se as esquecia, e assim dormiria em paz, uma vez na vida.

Drivin' me wild.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A menina.

A menina corria pela rua, sentia-se livre.
A menina pensava em flores, arco-íris e multidões.
A menina olhava para pessoas estranhas e adorava as desconhecidas.
A menina ouvia música e sentia alegria.
A menina cansou de correr, da liberdade, da música de flores e pessoas e amores.
A menina matou-os e enterrou-os, para nunca mais.

Drivin' me wild.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

What do you know about love?

Vamos começar por onde Deus começou. Quando ele criou Adão e Eva, ele criou o amor junto? Ele criou uma definição de que se pode amar apenas ao sexo oposto? Deus fez o preconceito? Foi Ele quem criou o ódio ou o amor? São perguntas que eu realmente gostaria de saber as respostas. O porque criticar o amor se ele é a ÚNICA, a única salvação desse mundo sujo que vivemos! Rotulam uns aos outros sem menor piedade, sem saber se estão ou não sofrendo. Ninguém tem culpa de amar, e afinal, que culpa alguém poderia ter por amar? Se realmente amassemos, não haveria tanta discórdia, injustiça e ódio nesse mundo.
Ninguém sabe nada sobre amor. Nada!

Drivin' me wild.

terça-feira, 15 de julho de 2008

I'm tired of lies!

Cansada das mentiras de amor, mentiras de sentimentos, mentiras! Cansada de todos terem uma, ou até mesmo, várias máscaras. Cansada de ser esqueçida, trocada ou até mesmo largada. Será que para isso tudo teria uma resposta? A dor e a decepção com as pessoas, será que existe uma razão pra isso? Por qual motivo as pessoas mentem o amor, criam ilusões e depois desaparecem? Não sei se isso nos faz crescer ou desacreditar. Não sei. Cansei de coisas e mentiras estúpidas, cansei!

Drivin' me wild.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

A tu lado

Mi peor deseo
Es estar a su lado y no poder amá-lo
De estar a su lado y no poder tocá-lo
Ver-te y esconder mi sentimiento
Para dentro, solo.

Y sofro por ti, sin saber donde irei llegar.
Su piel blando, que ladera mi manos.
Y me dá un deseo
Cierto deseo de tocar en sus lábios.

A tu lado es mi lugar
A tu lado es donde yo quiero estar
A tu lado es donde consigo vivir
Y jamás quiero te perder.

Swear.

E quando disse que me amava? Tudo não passou de ilusão. Quando jurou vir me ver, das vezes que pediu pra sonhar com você, será que não passou pela tua cabeça que ia fazer alguém sofrer? Egoísmo. Realmente, tu tinhas virado um herói pra mim, meu apoio. Jurei a mim mesma que não derramaria uma lágrima, mesmo com toda a vontade de que essa lágrima escorresse pelo meu rosto, quando lembrasse do teu semblante. Jurou amor, dor, ilusão. Jurou mentiras, pra um alguém que jamais ia te fazer sofrer.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Back to Black.

Pensei em versos lindos de amor, pensando em você. Criei contos que nunca tiveram um final feliz. Contei histórias onde as pessoas se perdiam. Tentei criar uma vida. Tentei amar. Plantei flores em vasos de concreto. Plantei amor em corações de concreto. Escondi segredos dos mais dolorosos para mim mesma. Algum dia, tentei contá-los, mas apenas pela metade. Sr.ª Solidão, venha me fazer companhia, pois cansei das pessoas incompreensíveis e estúpidas que cercam a mim. Preciso voltar pro escuro, e nunca mais sair de lá.

Drivin’ me wild.

sábado, 28 de junho de 2008

We're crushed!

Me dizem que não escrevo e digo coisas belas, e não mostro o lado belo da vida. Não mesmo. Certo, mas pensemos: existe esse lado "belo" da vida? Onde uns matam aos outros. Existe guerra! A coisa mais inútil e burra da humanidade, apenas um desperdício de homens. As ameças de morte rolam soltas, onde não sabemos se daqui um minuto uma bomba explodirá nossos corações... E em falar nisto, será que o temos? Podemos até ter um coração, mas não aquele que pulsa por amor. Sim, admita, que estamos perdidos nesse nosso mundinho egocêntrico. Estamos quebrados! Estamos perdidos! Aos lados, à frente, atrás. Olhe para si mesmo, me diga: você sabe o que é amor?

Drivin' me wild.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Gossip Lady.

Diz-se a dona da verdade, acha que tudo que faz e inventa está certo. Eu cansei, acredito e que muitos já cansaram de tua pré potencia. O mundo é cheio de coisas ruins e cheio de pessoas que tentar jogar o pano por cima para que tudo pareça suntuoso, adequado ao olhar de qualquer ser humano que se preze. Apenas se passa por uma linda dama, mas falsa. Cansei de ouvir mentiras passadas por verdades, e vice-versa. Enxergue o mundo ao teu redor e veja que nada é tão belo quanto tu diz.

Drivin me wild.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Just leave me alone!

Todos gritavam aos meus ouvidos, apenas queria que ficassem calados e me deixassem pensar. Eles diziam coisas esdrúxulas e idiotas, que não me fariam diferença. Quando voltei pra casa, senti o silêncio percorrer dentro de mim, me fazia bem. Tomando um Red Label deitado no sofá, respirando o ar da solidão. Porque as pessoas me causam um volumoso incômodo, agora? Eu te exijo, te imploro saia daqui deixe-me afundar, para nunca mais voltar. Tudo me faz sofrer e apodrecer. Esse amor não passou de um jogo perdido, sem volta. Deixe-me ir, não te amolarei, jamais voltarei. Enfastiei-me de soluçar por lágrimas que não teriam voltas. Deixe-me sozinha!

Drivin me wild.

sábado, 7 de junho de 2008

Não somos nada.

Nada mesmo. O ser humano é frágil a qualquer coisa, qualquer mesmo. Não sabe lidar com dor, com amor. Não sabe ser fiel e verdadeiro. Qualquer coisa que lhe aconteça, ele é derrubado, às vezes cai sozinho mesmo, entra em um buraco fundo, sem volta. Perde os sentindos. E quando vemos aquelas pessoas doentes, com seus últimos dias de vida? Aquelas pessoas que sobrevivem por máquinas, sobrevivem por sondas, e sobrevivem pelo medo dos outros. Pense nisso, imagine isso. Vale a pena ser ruim, e terminar assim? Vale a pena não amar, e acabar assim? Vale a pena? Não. O homem não é nada. O homem não ama. O verdadeiro homem não existe.

Drivin me wild.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Look around.

E por todo esse tempo, dias, meses e anos, será que não notaste nada? Não sentiste falta de nada? De um alguém? Eu senti, e sinto. Nunca serei forte o bastante para poder dizer-lhe o verdadeiro sentimento que há em mim. É o medo. Medo de te perder. Medo de você me esquecer. Medo de que tudo que foi passado esquecido. É algo que me persegue todas as manhãs quando te vejo, você me dá um sorriso e fingimos ser melhores amigos, sendo que deveria ser algo a mais. Queria que descobriste este belo sentimento dentro de mim, antes que ele acabe e não de mais tempo nem para mim, nem para você. Olhe a sua volta.

Drivin me wild.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Sorriso falso.

A quem esteja magoado, ferido e morto, mas com um sorriso no rosto, achando assim, que esconderia a dor de si mesmo e dos outros. Das pessoas ao redor até pode esconder, mas a si mesmo? Ninguém pode esconder a própria dor. Pode esqueçe-lá durante minutos, mas ela volta, e te revolta como se fosse a primeira vez que aparecesse. A dor é um sentimento que faz seu mundo acabar, com que você queria fazer o mundo acabar. Não, não ponha um sorriso pra disfarçar essa dor que corroi teu corpo, tua mente, tua alma. Ponha lágrima, e sofra sim! Mostre enquanto a tempo de voltar, e não acabar do jeito que eu fiz, que eu terminei.

Drivin me wild.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Prefiro esquecer,

Ou até mesmo morrer. Esquecer meus amigos, minha família. Esquecer quem eu sou, e o que eu já fiz. Esquecer o que ando fazendo. Esquecer as dores e as angústias. Esquecer as besteiras do passado. Esquecer as burrices. Esquecer os falsos, os ruins. Esquecer o certo e o errado. Esquecer de todo mundo do outro lado. Esquecer a luz, o dia e a noite. Esquecer a morte. Esquecer a saudades. Esquecer a felicidade. Esquecer a ganância e a luxuria. Esquecer o aproveitamento alheio. Esquecer o conformismo. Esquecer o jogo e as peças dele. Esquecer a vida. Esquecer você.

Drivin me wild.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cinema


O cinema é uma das melhores e maiores obras criada pelo homem. Onde tudo fica gravado não apenas em fitas, mas sim, na memória. Quem de nós nunca sonhou em ser aquele personagem, ou até mesmo se identificou com o mesmo? Quem nunca sentiu o gostinho do suspense, do amor e da alegria do cinema? O cinema é sim, algo que faz parte de nossas vidas. É uma forma de arte que envolve pessoas, drama e amor pela profissão de ator. Existem filmes que marcam nossas vidas. O cinema cria uma vida possível e até mesmo a imaginária. São sonhos realizados, onde podemos sentir a pura magia da inocência de um filme infantil, a dor de filmes de drama, a alegria dos de comédia, o friozinho na barriga pelo de suspense e o medo pelo de terror. O cinema passa para nós as possiveis e imaginárias situações. Cinema é arte, cinema é vida.


Drivin me wild.

sábado, 17 de maio de 2008

Prisão perpétua.

Por todas as janelas e portas que olho da minha casa, existem grades, cadeados e fechaduras. Não sei ao certo se é só contra a violência, ou a minha prisão perpétua. Dizem que: somos todos livres. A maior idiotice que já ouvira. Tens medo de andar na rua, ficas na porta de casa observando ao lado, como se fossem explodir bombas atômicas a qualquer momento. A nossa vida virou uma prisão perpétua pela rotina, violência e a desimportância com o próximo. Estamos presos a uma jaula gigante que apenas alguns comandam e outros obedecem. Alguns, apenas, seguem a ideologia de se revoltar, mas como disse alguns, apenas, o que não fariam muita diferença perto dos bilhões existentes no mundo. E já a maioria, quase todos mesmo, seguem a ideologia do conformismo, da acomodação, da "não está bom agora, mas melhora", mas nem ao menos move uma palha para ajudar. Ignorantes. Pessoas chucras. Não pensam com maior cuidado em si mesmo, e não pensam no próximo. Vivem as regras dessa suja e maldita prisão perpétua que hoje é o mundo.

Drivin me wild.

Heróis não existem.

Os heróis morreram. Os heróis nçao existem, e nem ao menos existiram. Foi difícil encarar a verdade quando ela veio à tona, mas tive que ser forte, e saber que não poderia cometer um suicíio aquele momento. Tive que ser forte. Pensar que meu sonho iria sim, se tornar verdade. Não precisava do palpite de nenhum deles, aliás, não preciso deles, nem de ninguém. Sei a hora certa de agradecer e pedir, mas jamais imaginara a hora certa de chorar, e deixar lágrimas de sofrimento lado. É a minha única forma de desabafar. Precisava de um ombro amigo, mas lhe contentava com o papel, a caneta e os sonhos. Tinha de deixar suas obras de lado (há quem chamara de bobagem) para estudar a dolorosa matemática. Aposto que se alguém já imaginou um herói ele não era feito de ciências exatas. Mas sim de amor, ou seja, o que ninguém tem hoje. Foi onde cheguei a dolorosa e triste conclusão que, heróis não existem.

Drivin me wild.

Morte.

Queria fugir, ser livre, não viver aqui. Sei que tenho tudo, mas também não tenho nada. Tenho dinheiro, uma casa e comida. Mas não vejo nada demais nisso, sim são indispensáveis, mas dou muito mais valor para o verdadeiro amor. Não necessariamente o amor entre um homem e uma mulher, mas sim o amor entre um pai e um filho, o amor de um amigo. Vejo o mundo aí à fora, com bilhões de pessoas, mas nenhuma delas me entenderia. Não entenderiam meus traumas, minhas perdas e minhas angústias. Sou a pessoa que mais desejara um abraço apertado. Mas de um amigo. A qual tive, mas perdi. Não tenho medo de nada. Mas a única coisa que temo é a morte, não a minha morte, pois eu mesma já vim a desejara. Mas sim a morte dos que eu amo. Tenho medo e trauma da perda. Já perdi pessoas pela morte, e outros fugiram da minha vida, me apagaram, me mataram de suas escritas. E o que apenas desejo agora, era que pudesse ter novamente aquela amiga.

Drivin me wild.

The peace.

Ela assoava levemente o nariz, e limpava as lágrimas com a ponta de seus dedos. Se debruçava sobre a mesa e a deixava molhada como uma correnteza. Não sabia para onde ir, queria correr, não estar alí. A única coisa que desejara, era estar no sofá da sala com sua família. Ela apenas queria um "bom dia", um "eu te amo", um amor de família. Não se importava se tivesse ou não o mísero e maldito dinheiro, se houvesse folhas de papel, caneta, sonhos e sua família, com amor. Ela não teve a coragem de se quer soltar uma palavra, pois se sentiu culpada. Apenas subiu as escadas, sem ao menos soltar um barulho ao andar. Sentou. Chorou. E lembrou, como sempre, da perda de seu herói e de sua amiga. Pegou um pedaço de papel, colocara sobre a lição e escreveu, desabafou, e pediu amor. Escorriam lágrimas sobre os papéis, apenas desejava estar sem vozes ao seu redor, sem pessoas, sem o mundo. Resolveu então pedir aquele amor, junto com a paz, interior e exterior. Para poder ir dormir, e poder sonhar, que era a única maneira que Carolina conseguira se realizar.

Drivin me wild.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Vou andando pela cidade...

Vou andando pela cidade, olho nos carros, nas calçadas e nos bares, vejo rostos exaustos, alienados e sofridos pela dura e sacrificante rotina. Após tudo, as pessoas tem um olhar obcecado para apenas uma direção, sem ao mesmo notar novas e outras oportunidades. Vou andando pela cidade, olho as paredes tem pichações de revoltas e de malandragem, existem as pichações dos nomes mais sujos do país. Vou andando pela cidade e vendo que tudo perdeu a cor, o brilho, a vontade de viver. Vou andando pela cidade e pedindo pra que me deixem sobreviver nem que seja um dia a mais, para ainda poder dizer “eu te amo” para um alguém. Vou andando pela cidade e vendo que está tarde demais pra ter um novo fim.

Drivin me wild.

domingo, 11 de maio de 2008

People always leave...

Sempre. Todos nós vamos embora um dia, nem que seja da vida de alguem por uma briga, ou então a separação pela morte. Sempre pensei muito sobre isso, até que nesses dias meu amigo me falou essa frase: "As pessoas sempre se vão, mas algumas voltam". As que voltam nem sempre são as mais confiavéis. Mas as que se foram podemos comparar com lágrimas e gotas. Sim gotas. Esses dias eu andava de onibus, enquanto começou a chover, e começei a pensar nessa frase que meu amigo me disse. E as gotas começaram a escorrer pelo vidro, quando elas caiam do céu eram as mais importantes, mas elas iam perdendo a força e escorrendo, perdendo gotículas de água, e diminuindo, virando uma gota fútil no meio de mais um milhão iguais a ela. E a gota escorria até o fim do vidro e não voltava, jamais faria aquele percurso do vidro, e estaria naquela janela novamente. Foi aí que pensei, as pessoas aparecem assim em nossas vidas, algumas são as gotas de água de emoção, que ajudam a limpar a nossa vidraça, que seria nossa vida, e outras são gotas de sangue, que aparecem apenas para sujar nossa vidraça, e nos ferir. A dor de perder alguem é insuperavel, a pior de todas. Por isso as pessoas sempre se vão, sempre.

Drivin me wild.

E o que seria mesmo a felicidade?

Ter um amigo de verdade? Ser bonito ou a vontade? Ter a confiança ou ser uma eterna criança? Queria voltar no tempo e fazer tudo diferente, mudar muita gente. Fazer coisas novas, quem sabe até usar rosa? Poesias por mim nunca tem o fim, sempre continuam no olhar do poeta. E isso o faria feliz? "Então me diz, o que te faz feliz?"

Drivin me wild.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

All you need is love...

Como já disseram, para mim a melhor banda de todos os tempos, The Beatles, "Tudo que você precisa é amor". Realmente. Não somente as pessoas, mas sim o mundo que não deixa de ser constituido por pessoas. Amor, fundamental, que hoje está tão banal. Amor o que seria para você? O que seria para mim? O que seria para nós? Apenas mais um sentimento? Ou apenas um algo a mais? Considero o amor a base de tudo, desde amizade até um casamento de uma vida inteira. Amar é... impossível descrever todos os sentimentos que o amor produz dentro de nós, produz desde emoção até ciúmes. Gera aquele friozinho na barriga quando vemos a pessoa, causa uma série de fatores dentro de nós. Mas qual seria a diferença entre amor e paixão? Amor é respeito, afeto, confiança, troca de experiências, conhecimento, amizade.Paixão é ciúme, é dor, é sentimento de posse, é apego desmedido. E disso tudo chegamos a conclusão que amar é a coisa mais bela que existe (sem dúvidas) no mundo. E ame, não tenha medo se arriscar para tentar ser feliz, nem ao menos que seja uma vez na vida. Love is all you need.

Drivin me wild.

sábado, 3 de maio de 2008

Não espere nada de ninguém.

Não espere um sorriso, uma mão, um empurrão. Não espere um sim, mas sim um não. Não espere o ombro amigo, não espere uma lágrima sincera. Não espere dor, arrependimento, amor. Não espere que alguém venha lhe dizer que é seu "amigo". Não espere um abraço de irmão não de sangue. Não espere o silêncio quando é mais preciso. Parece ser meio rude ou então até mesmo mentira, mas... Jamais espere algo de alguém. Que "amigo" deixaria a chance da vida dele para te ajudar? Que "amigo" deixaria de lado a vida, para te ajudar? Que "amigo" te abraçaria e contaria tudo, tudo mesmo, sem esconder nada de você? Não falamos nem 3/10 do que pensamos, quanto mais quando é a "verdade", porque a "verdade" é subjetiva, ela não existe, cada um de nós que cria sua própria "verdade". Eu apenas cansei de dar sempre o melhor de mim, para receber nada, nada em troca. E por isso... Não espere nada de NINGUÉM.

Drivin me wild.

domingo, 20 de abril de 2008

Tim Festival 2008


Pra quem tá na maior expectativa como eu pra saber quem são os nomes que virão pro Brasil, e prometem a fazer O show do ano, já foram alguns nomes confirmados :)


Um dos maiores deles é o Mika (Pop, Pop Rock, Glam Rock).


Esperamos a confirmação de Amy Winehouse (Soul, Jazz, R&B) que estourou ano passado, com o sucesso Rehab, e esse ano com "Tears Dry on Their Ow" também no show.


Fora outros sucessos como: Klaxons (Indie Rock), Beirut (Indie, Folk, World), The Gossip (Indie Rock), Esperanza Spalding e Gogol Bordello.


Pra quem quiser dar uma olhada nas bandas que ainda não ouviu, tá ai alguns downloads ! ;)





A data do evento está prevista para 22 de outubro de 2007! Não vejo a hora para ver a Wine cantando ali na frente cara, um sonho que vai se realizar.


Drivin me wild.