sexta-feira, 23 de maio de 2008

Sorriso falso.

A quem esteja magoado, ferido e morto, mas com um sorriso no rosto, achando assim, que esconderia a dor de si mesmo e dos outros. Das pessoas ao redor até pode esconder, mas a si mesmo? Ninguém pode esconder a própria dor. Pode esqueçe-lá durante minutos, mas ela volta, e te revolta como se fosse a primeira vez que aparecesse. A dor é um sentimento que faz seu mundo acabar, com que você queria fazer o mundo acabar. Não, não ponha um sorriso pra disfarçar essa dor que corroi teu corpo, tua mente, tua alma. Ponha lágrima, e sofra sim! Mostre enquanto a tempo de voltar, e não acabar do jeito que eu fiz, que eu terminei.

Drivin me wild.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Prefiro esquecer,

Ou até mesmo morrer. Esquecer meus amigos, minha família. Esquecer quem eu sou, e o que eu já fiz. Esquecer o que ando fazendo. Esquecer as dores e as angústias. Esquecer as besteiras do passado. Esquecer as burrices. Esquecer os falsos, os ruins. Esquecer o certo e o errado. Esquecer de todo mundo do outro lado. Esquecer a luz, o dia e a noite. Esquecer a morte. Esquecer a saudades. Esquecer a felicidade. Esquecer a ganância e a luxuria. Esquecer o aproveitamento alheio. Esquecer o conformismo. Esquecer o jogo e as peças dele. Esquecer a vida. Esquecer você.

Drivin me wild.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cinema


O cinema é uma das melhores e maiores obras criada pelo homem. Onde tudo fica gravado não apenas em fitas, mas sim, na memória. Quem de nós nunca sonhou em ser aquele personagem, ou até mesmo se identificou com o mesmo? Quem nunca sentiu o gostinho do suspense, do amor e da alegria do cinema? O cinema é sim, algo que faz parte de nossas vidas. É uma forma de arte que envolve pessoas, drama e amor pela profissão de ator. Existem filmes que marcam nossas vidas. O cinema cria uma vida possível e até mesmo a imaginária. São sonhos realizados, onde podemos sentir a pura magia da inocência de um filme infantil, a dor de filmes de drama, a alegria dos de comédia, o friozinho na barriga pelo de suspense e o medo pelo de terror. O cinema passa para nós as possiveis e imaginárias situações. Cinema é arte, cinema é vida.


Drivin me wild.

sábado, 17 de maio de 2008

Prisão perpétua.

Por todas as janelas e portas que olho da minha casa, existem grades, cadeados e fechaduras. Não sei ao certo se é só contra a violência, ou a minha prisão perpétua. Dizem que: somos todos livres. A maior idiotice que já ouvira. Tens medo de andar na rua, ficas na porta de casa observando ao lado, como se fossem explodir bombas atômicas a qualquer momento. A nossa vida virou uma prisão perpétua pela rotina, violência e a desimportância com o próximo. Estamos presos a uma jaula gigante que apenas alguns comandam e outros obedecem. Alguns, apenas, seguem a ideologia de se revoltar, mas como disse alguns, apenas, o que não fariam muita diferença perto dos bilhões existentes no mundo. E já a maioria, quase todos mesmo, seguem a ideologia do conformismo, da acomodação, da "não está bom agora, mas melhora", mas nem ao menos move uma palha para ajudar. Ignorantes. Pessoas chucras. Não pensam com maior cuidado em si mesmo, e não pensam no próximo. Vivem as regras dessa suja e maldita prisão perpétua que hoje é o mundo.

Drivin me wild.

Heróis não existem.

Os heróis morreram. Os heróis nçao existem, e nem ao menos existiram. Foi difícil encarar a verdade quando ela veio à tona, mas tive que ser forte, e saber que não poderia cometer um suicíio aquele momento. Tive que ser forte. Pensar que meu sonho iria sim, se tornar verdade. Não precisava do palpite de nenhum deles, aliás, não preciso deles, nem de ninguém. Sei a hora certa de agradecer e pedir, mas jamais imaginara a hora certa de chorar, e deixar lágrimas de sofrimento lado. É a minha única forma de desabafar. Precisava de um ombro amigo, mas lhe contentava com o papel, a caneta e os sonhos. Tinha de deixar suas obras de lado (há quem chamara de bobagem) para estudar a dolorosa matemática. Aposto que se alguém já imaginou um herói ele não era feito de ciências exatas. Mas sim de amor, ou seja, o que ninguém tem hoje. Foi onde cheguei a dolorosa e triste conclusão que, heróis não existem.

Drivin me wild.

Morte.

Queria fugir, ser livre, não viver aqui. Sei que tenho tudo, mas também não tenho nada. Tenho dinheiro, uma casa e comida. Mas não vejo nada demais nisso, sim são indispensáveis, mas dou muito mais valor para o verdadeiro amor. Não necessariamente o amor entre um homem e uma mulher, mas sim o amor entre um pai e um filho, o amor de um amigo. Vejo o mundo aí à fora, com bilhões de pessoas, mas nenhuma delas me entenderia. Não entenderiam meus traumas, minhas perdas e minhas angústias. Sou a pessoa que mais desejara um abraço apertado. Mas de um amigo. A qual tive, mas perdi. Não tenho medo de nada. Mas a única coisa que temo é a morte, não a minha morte, pois eu mesma já vim a desejara. Mas sim a morte dos que eu amo. Tenho medo e trauma da perda. Já perdi pessoas pela morte, e outros fugiram da minha vida, me apagaram, me mataram de suas escritas. E o que apenas desejo agora, era que pudesse ter novamente aquela amiga.

Drivin me wild.

The peace.

Ela assoava levemente o nariz, e limpava as lágrimas com a ponta de seus dedos. Se debruçava sobre a mesa e a deixava molhada como uma correnteza. Não sabia para onde ir, queria correr, não estar alí. A única coisa que desejara, era estar no sofá da sala com sua família. Ela apenas queria um "bom dia", um "eu te amo", um amor de família. Não se importava se tivesse ou não o mísero e maldito dinheiro, se houvesse folhas de papel, caneta, sonhos e sua família, com amor. Ela não teve a coragem de se quer soltar uma palavra, pois se sentiu culpada. Apenas subiu as escadas, sem ao menos soltar um barulho ao andar. Sentou. Chorou. E lembrou, como sempre, da perda de seu herói e de sua amiga. Pegou um pedaço de papel, colocara sobre a lição e escreveu, desabafou, e pediu amor. Escorriam lágrimas sobre os papéis, apenas desejava estar sem vozes ao seu redor, sem pessoas, sem o mundo. Resolveu então pedir aquele amor, junto com a paz, interior e exterior. Para poder ir dormir, e poder sonhar, que era a única maneira que Carolina conseguira se realizar.

Drivin me wild.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Vou andando pela cidade...

Vou andando pela cidade, olho nos carros, nas calçadas e nos bares, vejo rostos exaustos, alienados e sofridos pela dura e sacrificante rotina. Após tudo, as pessoas tem um olhar obcecado para apenas uma direção, sem ao mesmo notar novas e outras oportunidades. Vou andando pela cidade, olho as paredes tem pichações de revoltas e de malandragem, existem as pichações dos nomes mais sujos do país. Vou andando pela cidade e vendo que tudo perdeu a cor, o brilho, a vontade de viver. Vou andando pela cidade e pedindo pra que me deixem sobreviver nem que seja um dia a mais, para ainda poder dizer “eu te amo” para um alguém. Vou andando pela cidade e vendo que está tarde demais pra ter um novo fim.

Drivin me wild.

domingo, 11 de maio de 2008

People always leave...

Sempre. Todos nós vamos embora um dia, nem que seja da vida de alguem por uma briga, ou então a separação pela morte. Sempre pensei muito sobre isso, até que nesses dias meu amigo me falou essa frase: "As pessoas sempre se vão, mas algumas voltam". As que voltam nem sempre são as mais confiavéis. Mas as que se foram podemos comparar com lágrimas e gotas. Sim gotas. Esses dias eu andava de onibus, enquanto começou a chover, e começei a pensar nessa frase que meu amigo me disse. E as gotas começaram a escorrer pelo vidro, quando elas caiam do céu eram as mais importantes, mas elas iam perdendo a força e escorrendo, perdendo gotículas de água, e diminuindo, virando uma gota fútil no meio de mais um milhão iguais a ela. E a gota escorria até o fim do vidro e não voltava, jamais faria aquele percurso do vidro, e estaria naquela janela novamente. Foi aí que pensei, as pessoas aparecem assim em nossas vidas, algumas são as gotas de água de emoção, que ajudam a limpar a nossa vidraça, que seria nossa vida, e outras são gotas de sangue, que aparecem apenas para sujar nossa vidraça, e nos ferir. A dor de perder alguem é insuperavel, a pior de todas. Por isso as pessoas sempre se vão, sempre.

Drivin me wild.

E o que seria mesmo a felicidade?

Ter um amigo de verdade? Ser bonito ou a vontade? Ter a confiança ou ser uma eterna criança? Queria voltar no tempo e fazer tudo diferente, mudar muita gente. Fazer coisas novas, quem sabe até usar rosa? Poesias por mim nunca tem o fim, sempre continuam no olhar do poeta. E isso o faria feliz? "Então me diz, o que te faz feliz?"

Drivin me wild.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

All you need is love...

Como já disseram, para mim a melhor banda de todos os tempos, The Beatles, "Tudo que você precisa é amor". Realmente. Não somente as pessoas, mas sim o mundo que não deixa de ser constituido por pessoas. Amor, fundamental, que hoje está tão banal. Amor o que seria para você? O que seria para mim? O que seria para nós? Apenas mais um sentimento? Ou apenas um algo a mais? Considero o amor a base de tudo, desde amizade até um casamento de uma vida inteira. Amar é... impossível descrever todos os sentimentos que o amor produz dentro de nós, produz desde emoção até ciúmes. Gera aquele friozinho na barriga quando vemos a pessoa, causa uma série de fatores dentro de nós. Mas qual seria a diferença entre amor e paixão? Amor é respeito, afeto, confiança, troca de experiências, conhecimento, amizade.Paixão é ciúme, é dor, é sentimento de posse, é apego desmedido. E disso tudo chegamos a conclusão que amar é a coisa mais bela que existe (sem dúvidas) no mundo. E ame, não tenha medo se arriscar para tentar ser feliz, nem ao menos que seja uma vez na vida. Love is all you need.

Drivin me wild.

sábado, 3 de maio de 2008

Não espere nada de ninguém.

Não espere um sorriso, uma mão, um empurrão. Não espere um sim, mas sim um não. Não espere o ombro amigo, não espere uma lágrima sincera. Não espere dor, arrependimento, amor. Não espere que alguém venha lhe dizer que é seu "amigo". Não espere um abraço de irmão não de sangue. Não espere o silêncio quando é mais preciso. Parece ser meio rude ou então até mesmo mentira, mas... Jamais espere algo de alguém. Que "amigo" deixaria a chance da vida dele para te ajudar? Que "amigo" deixaria de lado a vida, para te ajudar? Que "amigo" te abraçaria e contaria tudo, tudo mesmo, sem esconder nada de você? Não falamos nem 3/10 do que pensamos, quanto mais quando é a "verdade", porque a "verdade" é subjetiva, ela não existe, cada um de nós que cria sua própria "verdade". Eu apenas cansei de dar sempre o melhor de mim, para receber nada, nada em troca. E por isso... Não espere nada de NINGUÉM.

Drivin me wild.