sábado, 17 de maio de 2008

Morte.

Queria fugir, ser livre, não viver aqui. Sei que tenho tudo, mas também não tenho nada. Tenho dinheiro, uma casa e comida. Mas não vejo nada demais nisso, sim são indispensáveis, mas dou muito mais valor para o verdadeiro amor. Não necessariamente o amor entre um homem e uma mulher, mas sim o amor entre um pai e um filho, o amor de um amigo. Vejo o mundo aí à fora, com bilhões de pessoas, mas nenhuma delas me entenderia. Não entenderiam meus traumas, minhas perdas e minhas angústias. Sou a pessoa que mais desejara um abraço apertado. Mas de um amigo. A qual tive, mas perdi. Não tenho medo de nada. Mas a única coisa que temo é a morte, não a minha morte, pois eu mesma já vim a desejara. Mas sim a morte dos que eu amo. Tenho medo e trauma da perda. Já perdi pessoas pela morte, e outros fugiram da minha vida, me apagaram, me mataram de suas escritas. E o que apenas desejo agora, era que pudesse ter novamente aquela amiga.

Drivin me wild.

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