sábado, 7 de junho de 2008

Não somos nada.

Nada mesmo. O ser humano é frágil a qualquer coisa, qualquer mesmo. Não sabe lidar com dor, com amor. Não sabe ser fiel e verdadeiro. Qualquer coisa que lhe aconteça, ele é derrubado, às vezes cai sozinho mesmo, entra em um buraco fundo, sem volta. Perde os sentindos. E quando vemos aquelas pessoas doentes, com seus últimos dias de vida? Aquelas pessoas que sobrevivem por máquinas, sobrevivem por sondas, e sobrevivem pelo medo dos outros. Pense nisso, imagine isso. Vale a pena ser ruim, e terminar assim? Vale a pena não amar, e acabar assim? Vale a pena? Não. O homem não é nada. O homem não ama. O verdadeiro homem não existe.

Drivin me wild.

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