segunda-feira, 27 de abril de 2009

É para sempre

Não sei se é desgosto, decepção, ou sei lá o que. Vou caindo na minha solidão profunda, e não por favor, não tire-me de lá! Quero cair para todo o sempre, e poder nunca mais voltar. A minha revolta interna pelo mundo nunca há de acabar, é algo necessário para sobreviver. De todas minhas lágrimas, ainda sinto saudade. De todos os sorrisos, nem acho que valeram mesmo a pena. A minha e a nossa escravidão perpétua da vida, nunca há de acabar.

Carolina Cancela

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