sexta-feira, 31 de julho de 2009

E como pude? Como? Deixar que todo amor florescesse e apodrecesse. Culpa que tenho de tanto amor e sofro pelo o que há de vir.
Se pudesse parar. Mas como? É mais forte que eu. Que meu ser.
E lhes peço perdão pelo amor que criei. Perdão seria pouco! Pediria clemência, remissão.
Tenho-me como imundice completa.
Talvez todo esse amor não resulte em nada mais, por eu não querer ou pela sua metamorfose eterna. Meu único medo é que essa metamorfose resulte em ódio.

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